Viver até que reste apenas um momento. Um diálogo entre Sêneca e Kore-eda

Viver até que reste apenas um momento. Um diálogo entre Sêneca e Kore-eda

A distinção proposta por Sêneca não é entre juventude e velhice, mas entre existência e vida. Existir é simplesmente durar; viver é apropriar-se do próprio tempo.


Sêneca adverte que não devemos considerar alguém como tendo vivido muito apenas porque tem os cabelos brancos e rugas; pode ter apenas permanecido por longo tempo. A afirmação, escrita há séculos, ainda hoje perfura nossa era. Em uma época que celebra a longevidade e contabiliza anos como conquista, somos convidados a uma pergunta incômoda: o que significa, afinal, viver muito?

Envelhecer costuma ser compreendido como acúmulo – de tempo, de experiências, de marcas no corpo. No entanto, para o filósofo estoico, a extensão cronológica nada garante. Pode-se atravessar décadas inteiras sem jamais ter habitado verdadeiramente o próprio tempo.

Pode-se chegar à velhice sem ter vivido com presença. Assim, a distinção proposta por Sêneca não é entre juventude e velhice, mas entre existência e vida. Existir é simplesmente durar; viver é apropriar-se do próprio tempo.

O filme Depois da Vida [1998], do cineasta japonês Hirokazu Kore-eda, parece traduzir cinematograficamente essa inquietação. Em um espaço de passagem entre o céu e a terra, pessoas de idades diversas são convocadas a escolher uma única recordação que as acompanhará pela eternidade.

A tarefa é simples na forma, mas radical na exigência: entre todos os anos vividos, qual instante conteve a vida verdadeira? O dilema que atravessa os personagens é o mesmo que Sêneca nos dirige: quanto daquilo que chamamos de vida foi, de fato, vivido?

A narrativa conduz o espectador a um cenário onde o destino eterno depende da capacidade de encarar a própria história – quase como um tribunal íntimo, uma prestação de contas diante de si mesmo. Não há juízes externos, mas o peso das próprias lembranças basta para instaurar o julgamento. Diante dessa tarefa impossível, os mortos revelam angústia e perplexidade.

Essa imersão na própria existência ganha forma logo na abertura da obra, quando os recém-chegados são recebidos pelos guias que conduzirão sua jornada. Em um ambiente de simplicidade quase burocrática, o encontro marca o momento de olhar para trás e reconhecer a trajetória percorrida. Então a pergunta lhes é dirigida – clara, direta, quase serena na entonação, mas imensa em suas implicações: De todos os anos que você viveu, qual único instante merece a eternidade?

Alguns resistem logo de início. Há quem afirme, quase em defesa: não quero recordar o que vivi – como se revisitar a própria história fosse abrir feridas ainda sensíveis. Outro argumenta ser impossível reduzir uma existência inteira a uma única cena: como condensar décadas de encontros, perdas, alegrias e fracassos em poucos minutos de eternidade?

As reações diante da pergunta variam drasticamente. A personagem senhora Nishimura, por sua vez, permanece em silêncio, o olhar distante, como se o pedido ultrapassasse suas forças ou lhe faltasse medida para alcançar algo tão definitivo. Há também quem declare, com certa rigidez: não pretendo escolher. Recusa que esconde, talvez, o medo, ou a sensação de que nenhuma lembrança seja suficientemente luminosa.

Em contraste, a jovem Kana Yoshino responde de imediato: o dia em que esteve na montanha-russa da Disneylândia. A memória surge espontânea e vibrante, marcada pela vertigem e pelo riso – a imagem mais próxima da liberdade que havia experimentado.

No entanto, a guia lhe informa, com delicada naturalidade, que está ali há um ano e que ela já é a trigésima pessoa a mencionar exatamente essa mesma recordação. A singularidade que parecia tão própria vacila; o que se acreditava absolutamente íntimo revela-se, afinal, partilhado por muitos.

Há quem, no entanto, recorra a acontecimentos extremos: a guerra enfrentada, o terremoto sobrevivido, o momento em que precisaram reunir forças desconhecidas. Para esses, o instante essencial não está na leveza, mas na superação; não na alegria, mas na prova que os definiu.

Atribuir sentido ao vivido

Cada reação revela uma maneira singular de compreender a própria história. Entre o silêncio, a recusa, a dificuldade e a escolha imediata, desenha-se a complexidade do que significa viver, e, sobretudo, do que significa atribuir sentido ao vivido.

Essas são as reações iniciais, o primeiro impacto diante do questionamento. No entanto, o processo não se encerra nesse contato imediato: anfitriões e mortos terão três dias para trabalhar juntos na definição dessa escolha. É uma busca assistida, em que a memória selecionada será reconstituída e transformada em um filme – a imagem definitiva que cada um levará consigo para a eternidade.

Nesse mergulho na subjetividade, cada trajetória expõe um obstáculo distinto. No caso do jovem Iseya, aos 21 anos, a questão ganha um contorno de urgência: teria sua vida sido curta demais? Teria havido tempo suficiente para que se pudesse falar em plenitude, em experiência, em sentido? A juventude, aos nossos olhos, costuma ser associada à promessa interrompida, ao que ainda não pôde se realizar.

Entretanto, ao convidarmos Sêneca para essa reflexão, o eixo da questão se desloca. Para o filósofo estoico, a vida não é breve por natureza; ela se torna breve quando desperdiçada. Não é a extensão cronológica que determina sua suficiência, mas a profundidade com que é vivida. Uma existência pode ser longa e vazia, assim como pode ser breve e inteira.

Assim, mesmo diante de apenas 21 anos, não se trata de medir quantidade, mas qualidade de presença. Se houve consciência, intensidade e apropriação do próprio tempo, nada faltou. Para Sêneca, quando chega o último dia, o sábio não o recebe como uma perda, mas como a conclusão natural de um percurso já cumprido. Não hesita, não se agarra, não se revolta – caminha ao encontro do fim com firmeza, porque sabe que viveu de modo suficiente. Dessa forma, a questão deixa de ser “quanto tempo ele teve?” e passa a ser “como habitou o tempo que teve?”

Segundo o filósofo, a vida se torna excessivamente breve e inquieta para aqueles que esquecem o passado, descuidam do presente e vivem sob o medo do futuro. Sem a ancoragem da memória e a consciência do agora, resta apenas a pressa e o vazio.

Essa alienação descrita pelo filósofo manifesta-se de diferentes formas. Ao observar os personagens, Sêneca encontra naqueles que se definem apenas pelo ofício um exemplo dessa vida descuidada de si. Diante de uma memória que parece restringir-se exclusivamente à trajetória profissional, revela-se uma existência consumida pelo fazer. É o retrato de quem, ao revisitar a própria história, encontra apenas o trabalho como referência – como se todos os demais vínculos e experiências tivessem sido apagados pelo dever contínuo.

Sob essa perspectiva, tal vida não teria sido apenas breve – teria sido empobrecida pelo excesso de ocupação. Pois, como sustenta Sêneca, é infeliz aquele que conquista, à custa de grande esforço, aquilo que precisará manter com esforço ainda maior, permanecendo preso ao ciclo de adquirir e conservar. Quando o trabalho ocupa todo o espaço, o tempo deixa de ser vivido e passa apenas a ser administrado. E assim, mesmo décadas depois, o que resta na memória não é a experiência do viver, mas o registro de uma dedicação que nunca cessou.

Iseya reage a esse confronto com uma agitação ruidosa. Diferente dos que calam, ele transborda: enumera situações e sobrepõe histórias em um fluxo constante. Estaria ele tentando, por meio desse excesso, evitar o peso de uma escolha definitiva e o mergulho em algo mais denso? Há nele um medo genuíno de encarar o que foi realmente vivido? Tanto que, em resistência ao passado, propõe o impossível: filmar uma cena do futuro. Afinal, para Iseya, escolher um único instante soaria mais como uma mutilação do que como um resgate.

Sêneca observaria que ali não está alguém cuja existência foi breve, mas alguém que a percorreu sem se deter. Sob a ótica do filósofo, a dificuldade não nasce da escassez de acontecimentos, mas da ausência de permanência. Quando a memória se fragmenta em muitas cenas e nenhuma delas se impõe como decisiva, revela-se uma vida marcada pela sucessão de estímulos, pela passagem apressada de um prazer a outro. O tempo de fruição, que poderia ter sido pleno, encurta-se porque não foi habitado com constância.

Ao correr de experiência em experiência, o desejo não se enraíza; permanece raso, logo substituído por outro. Diante da exigência de escolher um único instante, instala-se a angústia – não por falta de vivências, mas pela dificuldade de reconhecer qual delas realmente o constituiu. Houve movimento, talvez entusiasmo, mas pouco repouso. Houve intensidade, mas não necessariamente significado.

idosa de cabelo branco e curto, sentada, olha serenamente para a camera

Uma vida longa em anos, pode ser curta em presença

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No extremo oposto, o Sr. Watanabe, de 70 anos, manifesta sua resistência de forma abrupta: “não quero recordar o que vivi”. Diante dessa negação, Sêneca talvez lançasse uma pergunta inevitável: que relação esse homem manteve com o próprio tempo? Ele realmente habitou seus dias, ou atravessou os anos apenas como quem cumpre tarefas, sempre projetado para o próximo compromisso? O desejo de não recordar sugere uma existência que, embora longa em anos, foi curta em presença.

Não querer recordar seria sinal de dor ou de uma vida jamais examinada? Esteve tão absorvido em preocupações e encargos que nunca se permitiu deter-se para habitar o que vivia? Para Sêneca, o passado pertence àquele que o viveu com consciência; é um bem seguro, impossível de ser retirado. Se há recusa em revisitá-lo, talvez seja porque ali não se encontra uma morada, mas apenas o estranhamento.

Entrevê-se aqui a percepção de que tal existência não foi dedicada ao prazer, mas marcada por uma ocupação ociosa – uma sucessão de tarefas incessantes que consumiram os dias sem lhes conferir densidade.

Há também o Sr. Yamamoto que, aos 50 anos, declara não desejar rever sua trajetória, acreditando que mesmo uma vida mais longa não a teria melhorado. Assim como Watanabe, Yamamoto recusa o passado, mas sua recusa vem acompanhada de uma resignação ainda mais profunda: a de quem acredita que nada teria sido diferente. Para Sêneca, esse caso revela uma negligência existencial distinta: não a de quem se consumiu no trabalho, mas a de quem se deixou deslizar pelos dias sem jamais lhes atribuir valor. Sua recusa em recordar expõe uma fuga de si mesmo, transformando o passado em fardo em vez de tesouro.

A vida segue seu curso sem interrupções: não espera, não se detém, não se desvia. Diante de existências como as de Watanabe e Yamamoto, Sêneca reafirmaria o essencial: não se trata de prolongar os anos, mas de assumir o tempo que se tem. “Vive cada dia como se fosse o último” – não como uma ameaça, mas como um exercício de consciência. Ao habitar o presente com essa lucidez, o homem não adia o essencial, nem deposita no futuro aquilo que já poderia ter sido vivido.

uma cadeira, vazia, em uma sala com duas janelas abertas

Não se trata de prolongar os anos, mas de assumir o tempo que se tem

Se, como afirma Sêneca, leva-se uma vida inteira para aprender a viver – e também a morrer –, o filme encena o instante em que o tempo deixa de ser uma sucessão de tarefas. Nessa síntese final, o personagem deixa de ser um passageiro dos dias para se tornar, finalmente, o proprietário de sua própria história.

Nesse processo de elaboração – uma investigação profunda sobre como cada um habitou seus dias –, o prazo final para a escolha das cenas se impõe como o momento da verdade. É quando a teoria de Sêneca sobre o uso do tempo se materializa: na transição do exame de consciência para o gesto definitivo de aceitação ou resistência.

Iseya agora possui exatamente o que Sêneca tanto defendia: tempo livre das ocupações mundanas para examinar sua própria existência. A ironia é cruel – só morto ele alcança o ócio filosófico. E ainda assim recusa-se a eleger uma recordação. Talvez Sêneca, diante disso, reconhecesse que há vidas cuja responsabilidade é grande demais para ser destilada em sabedoria, mesmo com a eternidade à disposição. Enquanto ele permanece na estática da não escolha, o Sr. Watanabe vive o movimento oposto: após a hesitação inicial, move-se com pressa para definir sua lembrança. Ele escolhe o momento em que, sentado em um banco de praça, combina de levar a esposa ao cinema – a primeira vez que o faria em 40 anos de casamento. Ao eleger esse diálogo simples, Watanabe resgata o tempo que parecia perdido na frieza dos encargos.

A jovem Kana Yoshino também trilha o caminho da simplificação. Ela retorna e, em vez da cena da montanha-russa na Disneylândia, escolhe recordar o cheiro e a sensação de quando, aos três anos, repousava no colo de sua mãe. Ao revisitar essa memória, ela reconhece que ali se sentiu amada. A mudança desloca a lembrança da excitação para o afeto, do instante vertiginoso para a experiência de acolhimento. O que confere densidade à sua escolha não é a magnitude do evento, mas a profundidade do amor que ali foi experimentado. Ao eleger essa cena íntima, Kana afirma que o essencial residiu no vínculo, não na aventura.

Em movimento ainda mais paradoxal, uma mulher escolhe a dor do parto de seu filho. A escolha inicial desconcerta, mas Sêneca reconheceria sua sabedoria: naquele instante de sofrimento extremo, ela estava inteiramente presente, atravessando o limiar que a transformaria. A dor do parto não é dor vazia – é a dor que gera vida, que marca a entrega total ao momento. Ali, dispersa de nenhuma ocupação alheia, vivendo o ato mais fundamental da existência, ela foi plenamente dona de si mesma. Para o filósofo estoico, esse seria o exemplo supremo: viver com tal intensidade que até a dor se transforma em vida verdadeira.

Nessa mesma perspectiva, Kimiko Tatara, de 78 anos, resgata uma memória da infância: o momento em que dançava ao som da canção “Sapatos Vermelhos”. Trajada com os sapatos que dão nome à música, ela evoca um instante de alegria e presença pura ao lado do irmão. Conforme a tese de que a vida só é curta para quem não a habita, essa lembrança representa o repouso de quem soube ser dono do próprio tempo.

Nishimura, que permaneceu calada, buscou refúgio na natureza e escolheu a memória das flores caindo sobre ela na primavera. Outros resgataram cenas semelhantes: o dourado do outono, a sensação do sol na pele, o piloto que via nas nuvens a suavidade de um algodão-doce, a brisa do vento pela janela do ônibus. Para Sêneca, essas escolhas revelariam algo essencial: em meio às ocupações da vida, esses indivíduos souberam pausar para contemplar a natureza e o cosmos, descobrindo no ócio contemplativo aquilo que o filósofo chamaria de vida verdadeira.

A busca pelo que é essencial não se restringe aos visitantes; ela ecoa também naqueles que servem de guia. Os orientadores permanecem naquele espaço de transição justamente porque ainda não haviam escolhido suas próprias cenas. Mochizuki, que acompanha o Sr. Watanabe e a Sra. Kimiko, passou décadas ajudando outros a revisitar o passado enquanto ele próprio se mantinha suspenso, sem definir sua lembrança. Essa suspensão reflete a visão de Sêneca sobre a gestão do tempo: para ele, a vida parece curtíssima para os “preocupados”, aqueles que, perdidos no supérfluo, deixam os dias escapar. Já para aqueles que se afastam do que é inútil e vigiam a própria existência, a vida se revela longa e generosa.

Essa indefinição só se rompe quando ele descobre que pertencia à cena final de sua ex-noiva, que sua presença fora, para ela, um momento de felicidade eternizado. Tocado por esse reconhecimento, Mochizuki finalmente encontra a própria cena: sentado sozinho em um banco, imerso em seus pensamentos. É uma imagem de profunda solidão, mas não de abandono. Não há outro personagem na cena; ele está consigo mesmo. Esse momento traduz a máxima de Sêneca de que apenas os que encontram tempo para a filosofia estão realmente vivos, pois, ao vigiarem a própria jornada com consciência, eles deixam de ser escravos do tempo para se tornarem herdeiros de toda a sabedoria humana. Para Mochizuki, o essencial foi o instante em que se tornou íntimo de sua própria existência.

Aprender a viver e a morrer

Ao fim da jornada, todos partem para a eternidade com suas lembranças, menos Iseya, que permanece naquele espaço de espera. Ele fica para trás, aguardando o momento em que poderá, finalmente, escolher sua própria cena. Sua permanência serve como um lembrete final de que aprender a viver e a morrer – apropriar-se plenamente do tempo e do vivido – nem sempre é um processo imediato, mas requer a coragem de abandonar a superfície e, como defendia Sêneca, a disposição para finalmente encarar o que fomos.

Envelhecer, nesse sentido, não é acumular anos, mas tornar-se capaz de reconhecer, entre tantos dias vividos, aquele que carrega a essência de quem se é. É descobrir que a plenitude não está na extensão do tempo, mas na profundidade com que se habitou cada momento. Viver não é apenas atravessar o tempo, mas estar plenamente presente nele, até que cada instante se torne digno da eternidade.

Se, como ensina Sêneca, a vida é longa para quem sabe habitá-la, talvez a pergunta do filme não seja apenas dos mortos. Ela ecoa, silenciosa, para quem ainda tem tempo de respondê-la – não em palavras, mas na qualidade do próximo instante vivido.

Referências
DEPOIS DA VIDA. Direção de Kore-eda Hirokazu. Japão, 1998. DVD.
SÊNECA, Lúcio Aneu. Sobre a brevidade da vida. Tradução de Fábio Meneses Santos. Jandira – SP: Principis, 2021.

Imagens: prints do trailer do filme Depois da Vida (1998)


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Silmara Simmelink

Psicodramatista formada pela Associação Brasileira de Psicodrama e Sociodrama. Psicóloga graduada pela Universidade São Judas Tadeu. Especialista em Gerontologia pelo Albert Einstein e fez curso de extensão da PUC-SP de Fragilidades na Velhice: Gerontologia Social e Atendimento. Pós graduada em psicanálise pela SBPI e Sociopsicologia pela Fundação Escola de Sociologia e Política de SP. Atua em clínica com abordagem psicodramática e desenvolve oficinas terapêuticas com grupos de idosos. É consultora em Desenvolvimento Humano e especialista em psicologia organizacional titulada pelo CRP/SP. E-mail: ssimmel@gmail.com

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Psicodramatista formada pela Associação Brasileira de Psicodrama e Sociodrama. Psicóloga graduada pela Universidade São Judas Tadeu. Especialista em Gerontologia pelo Albert Einstein e fez curso de extensão da PUC-SP de Fragilidades na Velhice: Gerontologia Social e Atendimento. Pós graduada em psicanálise pela SBPI e Sociopsicologia pela Fundação Escola de Sociologia e Política de SP. Atua em clínica com abordagem psicodramática e desenvolve oficinas terapêuticas com grupos de idosos. É consultora em Desenvolvimento Humano e especialista em psicologia organizacional titulada pelo CRP/SP. E-mail: ssimmel@gmail.com

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