“Ganhei uma pequena ampulheta de vidro. De longe o punhadinho de areia colorido parece levitar. E quando manipulada, um fio cor-de-rosa escoa muito rápido. Tão rápido que o tempo que ele marca parece ser apenas o “agora”. Ou será que é do próprio tempo passar assim tão rápido?” (Critelli, 2007) Rafael Ludovico Moreira* Podemos…
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Diana Moran e a pedra filosofal
- 26/03/2017
- Mário Lucena