É necessário respeitar o idoso como o principal atuante de suas vidas, posteriormente pelo seu passado: suas histórias, escolhas e decisões. Naquele sujeito há uma vida inteira, um mundo singular com escolhas, emoções, ações, arrependimentos, honras. Enfim, uma ancestralidade que tem relação com o envelhecer. Por Renata Garcia Belfort (*) “Começamos a envelhecer quando…