A Universidade Aberta da Terceira Idade da Universidade do Estado do Amazonas – UnATI/UEA, realiza pesquisa em parceria com a Universidade Federal de Santa Maria (RS) sobre as propriedades do guaraná da Amazônia.
Clara Carvalho *
Um dos estudos da pesquisa, com o título original “Habitual intake of guaraná and metabolic morbidities: evidence from an epidemiological study of an elderly Amazonian population.” (Ingestão habitual de guaraná e morbidades metabólicas: evidência de um estudo epidemiológico de uma população de idosos da Amazônia.”) foi apresentado e recomendado para publicação na conceituada revista científica inglesa Journal Phytotherapy Research.< /p>
O estudo destaca as propriedades do uso continuado do guaraná em pequenas proporções, no combate às síndromes metabólicas, que são a dislipidemia, a hipertensão, a diabetes e a obesidade. Fazendo uma comparação dos povos da floresta amazônica que fazem uso deste alimento com pessoas dos centros urbanos, verificou-se redução das síndromes metabólicas, bem como um baixo índice de acidentes vascular cerebral, favorecendo ainda um acréscimo de longevidade com elevada qualidade de vida.
Encontra-se também em andamento a pesquisa sobre a “Dieta Amazônica”, onde está sendo estudada a relação da longevidade com a ingestão de peixes, frutos e tubérculos de nossa região, ingredientes que fazem parte do dia-a-dia dos povos da floresta.
* Editora Executiva da Revista Amazonense de Geriatria e Gerontologia – RAGG – Centro de Referência, Documentação e Informação – CRDI/UnATI/UEA. Site Disponível Aqui