Sentir-se bem sozinho é fundamental para construir relações benéficas. O acesso a esse mundo particular possibilita gerir o autoconhecimento, sendo possível se sentir confortável na presença de outra pessoa. A necessidade de ter alguém é normal, mas o problema se encontra na transferência da função de ocupar esse espaço vazio para o outro.
Depois de conseguida a independência, procura-se as novas relações e empenha-se na manutenção das já existentes. A relação familiar nos dá valores e ensinamentos, mas exige a comprovação de que eles foram aplicados em troca, elemento que não aparece na relação entre amigos, que compartilham experiências e histórias de vida.
Os três momentos nos quais conhecemos novas pessoas são: na escola, no trabalho, e na fase de mãe e pai, na qual os pais conhecem os pais dos amigos dos filhos. A tendência é crescer o número de tarefas e atividades e reduzir o número de pessoas próximas.
Na terceira idade, os idosos se ligam mais à família, muitas vezes se frustrando e ficando sozinhos diante dos compromissos dos parentes atarefados. Outra questão que deve ser levada em consideração é quando você se sente só mesmo na companhia de alguém.
Para os jovens, a noção de que ter alguém é fundamental os leva a terem necessidade de pertencer a um grupo. Os jovens podem mudar seu comportamento para se assemelhar ao grupo. A internet proporciona a falsa sensação de ter muitos amigos sem afeto concreto.
Os jovens devem atentar para a dependência da rede e cuidar para que tenham uma vida fora dela, devendo buscar grupos que nutrem ações positivas. As relações entre os familiares devem receber atenção especial, pois muita tensão e briga pode levar a tristeza, ressentimento e ao desenvolvimento de doenças.
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