Envelhecimento e deficiência intelectual

Como evoluem? Que limitações adicionais o envelhecimento lhes confere? Ganham vida ou apenas sobrevivem por mais tempo?

APAE de São Paulo

 

envelhecimentoAdquirem aptidões com o tempo adicional? Essas são algumas questões respondidas ao longo dos 18 capítulos que trabalham cinco temas centrais: Envelhecimento humano; Deficiência Intelectual e Envelhecimento: Aspectos Sociais e Legais; Aspectos da Saúde, da atuação multidisciplinar e da família no envelhecimento da pessoa com Deficiência Intelectual.

Estas questões são respondidas no livroEnvelhecimento e Deficiência Intelectual: uma emergência silenciosa, reeditado pela APAE de São Paulo, e que tem por objetivo fomentar uma discussão atual sobre a Deficiência Intelectual (DI) e como as pessoas com o funcionamento intelectual inferior à média também têm, hoje, como todo indivíduo, potencial de envelhecer com saúde. Além disto é de vital importância a sociedade estar preparada para lidar de forma adequada com a questão do envelhecimento em geral e, mais particularmente, das pessoas com DI.

De acordo com o censo populacional de 2000, que adotou os critérios da Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde da Organização Mundial de Saúde, quase 4% da população idosa brasileira é formada por pessoas com Deficiência Intelectual.

As projeções da OMS, divulgadas em 2012, mostram que em 2050 a população idosa mundial será 26 vezes maior do que era em 1950. Da mesma forma, se a população de pessoas com DI aumentar proporcionalmente, serão cerca de 400 milhões de indivíduos com a deficiência no mundo. Essas pessoas também alcançaram a Terceira Idade pela maior oportunidade de convívio social, maior acesso à escola e ao mercado de trabalho e, principalmente, graças aos esforços dos pais e familiares que muito lutaram e continuam lutando por direitos iguais e pela inclusão de seus filhos.

Organizada pela primeira vez em 2004 pelo ex-Presidente do Conselho Científico da APAE de São Paulo, Dr. Antônio dos Santos Clemente Filho (in memoriam), e pela ex-coordenadora do Instituto APAE de São Paulo, Silvana Groth (in memoriam), a obra, que está em sua segunda edição, com 18 capítulos, tem revisão da neurologista infantil Dra. Laura Guilhoto, coordenadora de pesquisa do Instituto APAE, e traz como novidade a ampliação dos capítulos com exposições de especialistas das áreas de saúde, direito e ciências sociais aplicadas, que promovem uma discussão sobre as pessoas com deficiência, que adquiriram, como todos, maior longevidade, por vezes com acréscimo superior a dos demais.

O livro pode ser adquirido no Instituto APAE de São Paulo através do telefone (11) 5080-7007 ou pelo email [email protected].

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